A Curva do Prazer: Entendendo a Fisiologia da Excitação e Orgasmo

O orgasmo não é um interruptor de “liga/desliga”; é o ponto máximo de uma jornada de excitação que envolve o corpo e a mente. Entender essa “curva do prazer” ajuda, portanto, a maximizar o clímax e a evitar a ansiedade de desempenho.

Neste guia, detalhamos, primeiramente, as quatro fases fisiológicas do orgasmo e mostramos como a ansiedade pode sabotar essa curva.


1. 📈 As Quatro Fases da Curva Sexual (Masters e Johnson)

A resposta sexual humana é dividida classicamente em quatro fases:

  • 1. Excitação: O corpo inicia a resposta. Nos homens, isso inclui a ereção; nas mulheres, é a lubrificação e o inchaço dos genitais.
  • 2. Platô: A tensão sexual atinge o seu máximo. Neste ponto, a respiração e os batimentos cardíacos aceleram e antecedem o orgasmo.
  • 3. Orgasmo: O clímax, marcado por contrações rítmicas do assoalho pélvico e a descarga de prazer no cérebro.
  • 4. Resolução: O corpo retorna ao seu estado de repouso. Nos homens, isso inclui o período refratário.

2. 🧠 O Salto da Ansiedade (Sabotando o Platô)

  • O Problema: A ansiedade de desempenho impede o corpo de alcançar a fase de Platô. Isso ocorre porque o medo faz o cérebro liberar Adrenalina, o que desliga o fluxo sanguíneo e consequentemente, impede a ereção.
  • Solução: A remoção da pressão de desempenho (Foco Sensorial) permite que a curva se desenvolva lentamente, o que, por sua vez, garante um Platô mais longo e um orgasmo mais intenso. Sendo assim, o relaxamento é vital.

3. ✅ Maximizando o Orgasmo

Para maximizar o clímax, é vital prolongar o Platô:

Foco Sensorial: Mantenha a mente focada no prazer, e não no resultado. Afinal, o processo é mais importante que a meta.

Mudança de Ritmo: Alterne entre a estimulação rápida e lenta. Isso aumenta a tensão sem atingir o “ponto sem retorno” cedo demais. Ademais, varie a pressão.

Talvez Você Não Tenha Visto